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Mãe e padrasto confessam que chutavam e mordiam bebê de 1 ano para fazê-lo parar de chorar em MS

Casal foi preso ainda na UPA de Dourados (MS) PCMS/Divulgação A mãe e o padrasto, ambos de 19 anos, foram presos em flagrante após confessarem que agrediram...

Mãe e padrasto confessam que chutavam e mordiam bebê de 1 ano para fazê-lo parar de chorar em MS
Mãe e padrasto confessam que chutavam e mordiam bebê de 1 ano para fazê-lo parar de chorar em MS (Foto: Reprodução)

Casal foi preso ainda na UPA de Dourados (MS) PCMS/Divulgação A mãe e o padrasto, ambos de 19 anos, foram presos em flagrante após confessarem que agrediram um bebê de 1 ano e 8 meses em Dourados (MS). Segundo a polícia, eles deram chutes no rosto e mordidas nas costas da criança para fazê-la parar de chorar. Segundo a Polícia Civil, o casal foi preso na tarde de segunda-feira (16), depois que profissionais de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) acionaram a polícia. A criança deu entrada na unidade com várias lesões e uma fratura no fêmur esquerdo. O bebê segue internado no Hospital da Vida. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp De acordo com os médicos, o bebê apresentava hematoma no olho, lesão na testa, marca de mordida na parte superior das costas e fratura no fêmur esquerdo. A fratura foi confirmada por exame de imagem e precisou ser imobilizada. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Durante o atendimento, os médicos perceberam que as lesões não eram compatíveis com a versão apresentada pelos responsáveis. A Guarda Municipal foi acionada e chamou a Polícia Civil, que passou a investigar o caso. Em depoimento, o padrasto confessou as agressões. Ele disse que deu chutes no rosto da criança e a jogou contra a cama. Segundo a polícia, a mãe também participou das agressões. A mãe afirmou ao delegado que mordeu o bebê nas costas. Os dois disseram que cometeram as agressões porque a criança não parava de chorar. Segundo a investigação, as agressões aconteceram na casa do casal. Eles vão responder por maus-tratos e tiveram a prisão preventiva decretada. A decisão levou em conta a gravidade das agressões e a vulnerabilidade da vítima. O bebê continua internado e recebe acompanhamento médico e da rede de proteção. Veja vídeos de Mato Grosso do Sul